MENSAGEM DE ANO NOVO DO PRESIDENTE DA A.I.D.S.S.
O ano de 2007 foi um ano importante para a A.I.D.S.S. Podemos afirmar que o principal objectivo desta Direcção que era repor todas as actividades e projectos que a Associação tinha criado foi plenamente atingido. A Formação voltou de forma regular e sistemática, realizou-se as III Jornadas de Serviço Social e lançou-se mais um número da Revista.
Paralelamente, a A.I.D.S.S. participou nas Comemorações do Dia Mundial do Assistente Social e manifestou o seu apoio ao projecto da criação da Ordem dos Assistentes Sociais, integrando-se deste modo no esforço colectivo que os Assistentes Sociais vêm efectuando para a valorização e auto-regulação da profissão.
Tendo sido um ano positivo, a A.I.D.S.S. não vai contudo parar por aqui. Esta Direcção têm consciência de que é necessário ir mais além e para isso vai redimensionar e valorizar os projectos existentes e lançar novas iniciativas que permitam o crescimento da A.I.D.S.S. e, mais importante, não desfraldar as expectativas e de quem, no ano que findou, participou e apoiou a actividade da A.I.D.S.S..
No que concerne á situação profissional dos Assistente Sociais, assistiu-se, por fim, a um primeiro esforço de união dos Assistentes Sociais através da comemoração do Dia Mundial do Assistente Social. Esta iniciativa foi importante, não só pela comemoração em si, mas também porque, estando em curso um projecto para a criação das Ordem dos Assistentes Sociais, foi um passo importante para afirmação do empenho da classe neste projecto e pela demonstração que pela união se pode mobilizar e concretizar projectos, mesmo aqueles que, pela sua dimensão e importância, parecem transcender a capacidade do corpo profissional.
São exactamente estes dois vectores, por um lado, a permanente evolução e valorização dos projectos profissionais, quer sejam colectivos, institucionais ou pessoais, e por outro a união da classe que quero destacar para o ano 2008. A classe, quer através dos organismos profissionais, quer pela prática e postura profissional de cada Assistente Social, têm que demonstrar que está altura dos desafios que se lhe colocam e do tempo que se vive.
Todos temos que ter consciência de que o sucesso profissional de cada profissional está de dependente do reconhecimento social da profissão e para isso é absolutamente necessário aliar o sucesso da prática profissional individual ao espírito de união do corpo profissional.
Daí que seja necessário manter o esforço de união e de articulação que entre os organismos profissionais, assim como manter o trabalho que tem sido organizado em prol do projecto da Ordem dos Assistentes Sociais.
Assim, os meus votos para 2008 são que todos se sintam empenhados na profissão e que esse empenho se traduza na realização profissional de cada um e que o espírito de união que se gerou em 2007 se mantenha para que finalmente apareçam os frutos das sementes que lançamos.
O Presidente da Direcção
José Álvaro Santos
segunda-feira, dezembro 31, 2007
sexta-feira, dezembro 21, 2007
sexta-feira, novembro 23, 2007
CONCLUSÕES DAS III JORNADAS DE SERVIÇO SOCIAL
UNIVERSIDADE CATÓLICA – CENTRO REGIONAL DO PORTO
«OS NOVOS DESAFIOS Á FORMAÇÃO, CULTURA E ORGANIZAÇÃO PROFISSIONAL»
DIAS 15 E 16 DE NOVEMBRO DE 2007
Realizadas as II Jornadas de Serviço Social, a A.I.D.S.S. vem apresentar as conclusões resultantes dos dois dias de debate.
A reorganização do Ensino Universitário nos termos propostos pela Declaração de Bolonha colocou novos desafios ao Serviço Social, nomeadamente no que concerne aos seus planos de formação e duração dos Ciclos, sendo o sentimento generalizado de todos os intervenientes de que a duração do 1º Ciclo de formação é curta para as exigências da actividade profissional. Sendo que esta questão a nível europeu não é pacífica, visto que, em muitos países, a formação do Serviço Social é enquadrada numa vertente mais técnica, equiparando-se ao que no sistema universitário português equivalia ao bacharelato, urge continuar o debate sobre o posicionamento do Serviço Social na nova realidade universitária quer nacional, quer europeia.
Este debate não pode ficar apenas pela questão da organização institucional das Escolas de Serviço Social, mas tem que reflectir os valores e a missão da profissão, e aqui foi valorizado o papel do Assistente Social como aquele que “torna visível o invisível”, ou seja, a defesa dos públicos a que se destina, que são vitimas, para além das circunstâncias que originaram a sua situação de fragilidade, também de mitos, deformações e ignorância sobre as suas reais situações e percursos de vida.
Face a esta realidade, a criação da Ordem dos assistentes Sociais é um projecto fundamental para auto-regulação da profissão, regulação essa que terá que assentar sobre as condições de vida e necessidades dos públicos do Serviço Social e pela defesa dos seus direitos.
A importância desta tarefa é ampliada pelo desafio lançado pela Comunidade Europeia na promoção de uma estratégia de Inclusão Activa e no que ela representa de simbólico no que concerne ao modelo social europeu. Esta estratégia sendo europeia e um dos pilares da própria Comunidade, obriga o Serviço Social a integrar contextos mais amplos não só institucionais (integração em objectivos, organismos e projectos europeus), mas também científicos, nos quais o diálogo com outras profissões e saberes é fundamental para que haja uma articulação na Acção Social para o cumprimento das metas propostas e porque o processo de globalização aumentou a complexidade dos fenómenos sociais e a interdependência entre povos.
O enquadramento actual da profissão exige assim um debate sobre a (nova?) especificidade do Serviço Social e a necessidade de respostas inovadoras para os problemas que se colocam á sociedade actual.
Só percorrendo este caminho e participando neste debate é que os Assistentes Sociais poderão afirmar-se, enquanto corpo profissional atento e interventivo, com propostas e uma visão própria, perante os cidadãos e as organizações, promovendo o reconhecimento público da sua intervenção pela qualidade das respostas aos desafios com que diariamente são confrontados.
O Presidente da Direcção
José Álvaro Santos
UNIVERSIDADE CATÓLICA – CENTRO REGIONAL DO PORTO
«OS NOVOS DESAFIOS Á FORMAÇÃO, CULTURA E ORGANIZAÇÃO PROFISSIONAL»
DIAS 15 E 16 DE NOVEMBRO DE 2007
Realizadas as II Jornadas de Serviço Social, a A.I.D.S.S. vem apresentar as conclusões resultantes dos dois dias de debate.
A reorganização do Ensino Universitário nos termos propostos pela Declaração de Bolonha colocou novos desafios ao Serviço Social, nomeadamente no que concerne aos seus planos de formação e duração dos Ciclos, sendo o sentimento generalizado de todos os intervenientes de que a duração do 1º Ciclo de formação é curta para as exigências da actividade profissional. Sendo que esta questão a nível europeu não é pacífica, visto que, em muitos países, a formação do Serviço Social é enquadrada numa vertente mais técnica, equiparando-se ao que no sistema universitário português equivalia ao bacharelato, urge continuar o debate sobre o posicionamento do Serviço Social na nova realidade universitária quer nacional, quer europeia.
Este debate não pode ficar apenas pela questão da organização institucional das Escolas de Serviço Social, mas tem que reflectir os valores e a missão da profissão, e aqui foi valorizado o papel do Assistente Social como aquele que “torna visível o invisível”, ou seja, a defesa dos públicos a que se destina, que são vitimas, para além das circunstâncias que originaram a sua situação de fragilidade, também de mitos, deformações e ignorância sobre as suas reais situações e percursos de vida.
Face a esta realidade, a criação da Ordem dos assistentes Sociais é um projecto fundamental para auto-regulação da profissão, regulação essa que terá que assentar sobre as condições de vida e necessidades dos públicos do Serviço Social e pela defesa dos seus direitos.
A importância desta tarefa é ampliada pelo desafio lançado pela Comunidade Europeia na promoção de uma estratégia de Inclusão Activa e no que ela representa de simbólico no que concerne ao modelo social europeu. Esta estratégia sendo europeia e um dos pilares da própria Comunidade, obriga o Serviço Social a integrar contextos mais amplos não só institucionais (integração em objectivos, organismos e projectos europeus), mas também científicos, nos quais o diálogo com outras profissões e saberes é fundamental para que haja uma articulação na Acção Social para o cumprimento das metas propostas e porque o processo de globalização aumentou a complexidade dos fenómenos sociais e a interdependência entre povos.
O enquadramento actual da profissão exige assim um debate sobre a (nova?) especificidade do Serviço Social e a necessidade de respostas inovadoras para os problemas que se colocam á sociedade actual.
Só percorrendo este caminho e participando neste debate é que os Assistentes Sociais poderão afirmar-se, enquanto corpo profissional atento e interventivo, com propostas e uma visão própria, perante os cidadãos e as organizações, promovendo o reconhecimento público da sua intervenção pela qualidade das respostas aos desafios com que diariamente são confrontados.
O Presidente da Direcção
José Álvaro Santos
terça-feira, novembro 20, 2007
sábado, novembro 17, 2007
Imagens das IIIas. Jornadas
Aspecto de um dos paineis!
Alguns Oradores e Participantes
em conversa!
As IIIas Jornadas da AIDSS continuaram as inciciativas, diversas, no campo editorial, formação e debate de promoção científica cultura do Serviço Social. Realizaram-se num ambiente bastante animado ao nível do debate em torno das questões da formação, da organização e da identidade profissional.
Sobressaíu a importância da organização ou auto regulação profissional como meio e forma de visibilidade da profissão, daqui decorre a necessidade de reforço e de associação nas diversas estruturas representativas da profissão. Ainda a consciência do pensar e escrever em Serviço social, como reforço do saber próprio, da produção de conhecimento, sustentado pelas reflexões, estudos, investigações desenvolvidas, pelos programas de mestrado e doutoramento em curso ou já finalizados.
Um apelo ficou: URGE a PARTICIPAÇÃO DE TODOS NAS ESTRUTURAS PROFISSIONAIS, sem a qual o Serviço Social corre riscos de menorização.
A AIDSS está atenta, e agradece a participação de todos os oradadores e intervenientes nas Jornadas, até ao próximo encontro!
A Direcção
Alguns Oradores e Participantes
em conversa!
domingo, novembro 11, 2007
sábado, outubro 27, 2007
IIIas Jornadas de Serviço Social- AIDSS
IIIas Jornadas de Serviço Social da AIDSS
15 e 16 de Novembro de 2007
Inscreva-se/Participe
Um Momento de Reflexão Debate e Afirmação sócio-profissional
Lançamento da Revista Nº 16 Investigação e Debate- serviço social
Entrega dos Diplomas da 1ª pós graduação em Mediação de Conflitos, finalizada em 2006
domingo, outubro 14, 2007
Workshop: Introdução à Educação Holística
A UNIPAZ (Universidade Internacional da paz) e a AIDSS (Associação de Investigação e Debate em Serviço Social)
Organizam no Porto
Organizam no Porto
No Dia 6 de NOVEMBRO
O WORKSHOP:
Introdução à Educação Holística
Tanto professores, como assistentes sociais, como outros trabalhadores sociais e ainda como pais, são unânimes no sentir de que existe uma crise na Educação que parece resistir a todas as propostas de alteração e que, por isso, os coloca à beira do desespero e do desânimo.
A Educação Holística reconhece que só é possível ultrapassar a situação indo além dos rearranjos dentro do próprio sistema gerador dos problemas.
É neste sentido que a Unipaz se propõe sensibilizar e iniciar a formação de professores para a actuação dentro de um novo paradigma. Um paradigma que promove o desenvolvimento integral e equilibrado do potencial de cada criança e adulto.
Percurso Programatico:
I - O Novo paradigma em Educação :
. Pressupostos Base
. Implicações Curriculares
. A Rede de Escolas Bem Sucedidas na Implementação deste Paradigma
II - Um Educador Holistico : O que é?
II - O desenvolvimento das sete inteligências na aplicação do curriculum
III - A inclusividade na abordagem dos alunos desatentos e/ou conflituosos
IV - Con-fiar ...
Formadora: Drª. Dalila Paulo
Total de horas: 8 horas
Data : 30 de Outubro
Horário:
9h30 – 19h00 (intervalo almoço 12h30-14h00)
Preços
40 € associados da AIDSS
60 € não associados
Inscrições:
AIDSSS
Rua Antero de Quental Nº 241 Sala 6
Porto
Telefax: 225093289
Email: aidssp@clix.pt
A Unipaz, Universidade Internacional da Paz, é a terceira Universidade Mundial para a Paz ao lado da Universidade da Costa Rica e de Tóquio. Criada há 16 anos em Brasília por iniciativa governamental, tem contado com o apoio da ONU e da UNESCO e possui actualmente Campus em várias partes do mundo. Assente no novo paradigma científico - O Paradigma Holístico - os programas educacionais orientam-se no sentido de uma Educação para a Inteireza do Ser, tal como recomendado pela Declaração de Veneza da UNESCO.
Introdução à Educação Holística
Tanto professores, como assistentes sociais, como outros trabalhadores sociais e ainda como pais, são unânimes no sentir de que existe uma crise na Educação que parece resistir a todas as propostas de alteração e que, por isso, os coloca à beira do desespero e do desânimo.
A Educação Holística reconhece que só é possível ultrapassar a situação indo além dos rearranjos dentro do próprio sistema gerador dos problemas.
É neste sentido que a Unipaz se propõe sensibilizar e iniciar a formação de professores para a actuação dentro de um novo paradigma. Um paradigma que promove o desenvolvimento integral e equilibrado do potencial de cada criança e adulto.
Percurso Programatico:
I - O Novo paradigma em Educação :
. Pressupostos Base
. Implicações Curriculares
. A Rede de Escolas Bem Sucedidas na Implementação deste Paradigma
II - Um Educador Holistico : O que é?
II - O desenvolvimento das sete inteligências na aplicação do curriculum
III - A inclusividade na abordagem dos alunos desatentos e/ou conflituosos
IV - Con-fiar ...
Formadora: Drª. Dalila Paulo
Total de horas: 8 horas
Data : 30 de Outubro
Horário:
9h30 – 19h00 (intervalo almoço 12h30-14h00)
Preços
40 € associados da AIDSS
60 € não associados
Inscrições:
AIDSSS
Rua Antero de Quental Nº 241 Sala 6
Porto
Telefax: 225093289
Email: aidssp@clix.pt
A Unipaz, Universidade Internacional da Paz, é a terceira Universidade Mundial para a Paz ao lado da Universidade da Costa Rica e de Tóquio. Criada há 16 anos em Brasília por iniciativa governamental, tem contado com o apoio da ONU e da UNESCO e possui actualmente Campus em várias partes do mundo. Assente no novo paradigma científico - O Paradigma Holístico - os programas educacionais orientam-se no sentido de uma Educação para a Inteireza do Ser, tal como recomendado pela Declaração de Veneza da UNESCO.
sábado, outubro 06, 2007
AIDSS- IIIas. Jornadas de serviço sociaL
III as. J0RNADAS DE SERVIÇO SOCIAL
PORTO 15 E 16 DE NOVEMBRO
Auditório da Universidade Católica - Porto
Programa Provisório
Dia 15 de Novembro
9,00-Abertura do Secretariado
9.30-Sessão de Abertura
Governo Civil
Câmara Municipal
Uni. Católica
ISS.IP
Bispo do Porto
10.00 Coffee – Break
10,30-I Painel –
Os Novos Desafios à Formação, Cultura e Organização Profissional
Implicações do Processo de Bolonha na Formação em Serviço Social
Dr José Alberto Reis, Presidente do Conselho Directivo do ISSSP
A ordem e o Estatuto Profissional dos Assistentes Sociais
APSS
Moderador: Dr. Paulo Gaspar (Docente no ISCET)
12.00 Debate
13.00-Intervalo para almoço
14.30-II Painel – As Reformas Na Administração Pública e o Impacto na Intervenção Social
As Reformas no SNS e o Papel do Serviço Social
Orador a indicar
O Estado na Acção Social – Parcerias e Contratualizações
- Dr. Edmundo Martinho- Presidente ISSS (a Confirmar)
16.00 – Intervalo
Protecção e Justiça
Dr. Maia Neto (Magistrado)
16,30 – Debate
17h00- Encerramento do 1º Dia
Dia 16 de Novembro
9.30 Reflexões Em Torno de:
Serviço Social na Área da Gerontologia
Mestre Teresa Alves (H. Magalhães Lemos)
Tuberculose e Intervenção Social- Perspectivas e Desafios
Mestre Joaquim Paulo Silva (CDP-Porto)
Identidade Profissional dos Assistentes Sociais
Dr.ª Berta Granja, Docente do ISSSP
13.00 Intervalo para Almoço
14.30-Conferências:
Desenvolvimento e Pobreza em Portugal
- Prof. Dr. João Teixeira Lopes
O Terceiro Sector no Desafio da Inclusão
Fórum Não Governamental para a Inclusão
Padre Lino Maia - União das IPSS (a confirmar)
16h15 – Debate
16h45 – Encerramento
PREÇOS: Sócios: 25 euros
Estudantes: 15 euros
Profissionais: 30 euros
Ficha de Inscrição
Nome:
Morada:
Código Postal:
Telefone/Telemóvel:
E-mail:
Valor do Pagamento:
Recibo em nome:
PORTO 15 E 16 DE NOVEMBRO
Auditório da Universidade Católica - Porto
Programa Provisório
Dia 15 de Novembro
9,00-Abertura do Secretariado
9.30-Sessão de Abertura
Governo Civil
Câmara Municipal
Uni. Católica
ISS.IP
Bispo do Porto
10.00 Coffee – Break
10,30-I Painel –
Os Novos Desafios à Formação, Cultura e Organização Profissional
Implicações do Processo de Bolonha na Formação em Serviço Social
Dr José Alberto Reis, Presidente do Conselho Directivo do ISSSP
A ordem e o Estatuto Profissional dos Assistentes Sociais
APSS
Moderador: Dr. Paulo Gaspar (Docente no ISCET)
12.00 Debate
13.00-Intervalo para almoço
14.30-II Painel – As Reformas Na Administração Pública e o Impacto na Intervenção Social
As Reformas no SNS e o Papel do Serviço Social
Orador a indicar
O Estado na Acção Social – Parcerias e Contratualizações
- Dr. Edmundo Martinho- Presidente ISSS (a Confirmar)
16.00 – Intervalo
Protecção e Justiça
Dr. Maia Neto (Magistrado)
16,30 – Debate
17h00- Encerramento do 1º Dia
Dia 16 de Novembro
9.30 Reflexões Em Torno de:
Serviço Social na Área da Gerontologia
Mestre Teresa Alves (H. Magalhães Lemos)
Tuberculose e Intervenção Social- Perspectivas e Desafios
Mestre Joaquim Paulo Silva (CDP-Porto)
Identidade Profissional dos Assistentes Sociais
Dr.ª Berta Granja, Docente do ISSSP
13.00 Intervalo para Almoço
14.30-Conferências:
Desenvolvimento e Pobreza em Portugal
- Prof. Dr. João Teixeira Lopes
O Terceiro Sector no Desafio da Inclusão
Fórum Não Governamental para a Inclusão
Padre Lino Maia - União das IPSS (a confirmar)
16h15 – Debate
16h45 – Encerramento
PREÇOS: Sócios: 25 euros
Estudantes: 15 euros
Profissionais: 30 euros
Ficha de Inscrição
Nome:
Morada:
Código Postal:
Telefone/Telemóvel:
E-mail:
Valor do Pagamento:
Recibo em nome:
segunda-feira, outubro 01, 2007
AIDSS_ CURSO DE FORMAÇÃO
AIDSS- Ciclos Formativos
CURSO: Infância/Juventude e Justiça - Contributos
Responsável : Magistrado Dr. Maia Neto
Temática: O presente curso pretende abordar a intervenção da Justiça na área da Infância e Juventude e lançar a reflexão sobre novas propostas de actuação nesta matéria.
Conteúdos:
Formadores/Temas
Dr. Maia Neto (Magistrado e Docente no CEJ): Intervenção Judicial: CPCCJs Tribunal/SegurançaSocial/PTE12/19 Outubro (6 horas)
Dr.ª Elisabete Pinto da Costa (Mediadora nos Julgados de Paz e Docente):
Mediação: Julgados de Paz, Mediação Comunitária, Escolar. (6 horas)
25/26 de Outubro
Dr.ª Isabel Silva (PAFAC): Protecção – Intervenção na Família (6 horas)
13/20 de Outubro
Dr.ª Ana Cristina (Psicóloga): Escola e Educação Parental (6 horas)
2/3 de Novembro
Outubro/Novembro
12/13- 19/20-26/27-2/3
HORÁRIO: 17,45 às 20,45/ 9h30 às 12h30
PREÇOS: Sócios: 50€
Estudantes: 55€
Profissionais: 65€
Ficha de Inscrição
Nome:
Morada:
Código Postal:
Telefone/Telemóvel:
E-mail:
Valor do Pagamento:
Recibo em nome:
CURSO: Infância/Juventude e Justiça - Contributos
Responsável : Magistrado Dr. Maia Neto
Temática: O presente curso pretende abordar a intervenção da Justiça na área da Infância e Juventude e lançar a reflexão sobre novas propostas de actuação nesta matéria.
Conteúdos:
Formadores/Temas
Dr. Maia Neto (Magistrado e Docente no CEJ): Intervenção Judicial: CPCCJs Tribunal/SegurançaSocial/PTE12/19 Outubro (6 horas)
Dr.ª Elisabete Pinto da Costa (Mediadora nos Julgados de Paz e Docente):
Mediação: Julgados de Paz, Mediação Comunitária, Escolar. (6 horas)
25/26 de Outubro
Dr.ª Isabel Silva (PAFAC): Protecção – Intervenção na Família (6 horas)
13/20 de Outubro
Dr.ª Ana Cristina (Psicóloga): Escola e Educação Parental (6 horas)
2/3 de Novembro
Outubro/Novembro
12/13- 19/20-26/27-2/3
HORÁRIO: 17,45 às 20,45/ 9h30 às 12h30
PREÇOS: Sócios: 50€
Estudantes: 55€
Profissionais: 65€
Ficha de Inscrição
Nome:
Morada:
Código Postal:
Telefone/Telemóvel:
E-mail:
Valor do Pagamento:
Recibo em nome:
quinta-feira, setembro 27, 2007
Revista Nº 16 sai em Outubro encomende

SERVIÇO SOCIAL
REVISTA Nº16
A SAÍR EM 30 DE OUTUBRO
ENCOMENDE JÁ ENVIE A FICHA PREENCHIDA
Desejo adquirir o Nº 16 da Revista Investigação e Debate – Serviço Social, pelo preço de 10 euros, portes de envio incluído:
Ficha
Nome:_________________________________________________________________Morada:_______________________________________________________________
Endereço do Serviço:
Contactos: Tel:____________ Email:____________Pág. Web:__________________
Forma de pagamento:
Envio Cheque à AIDSS Nº________________
REVISTA Nº16
A SAÍR EM 30 DE OUTUBRO
ENCOMENDE JÁ ENVIE A FICHA PREENCHIDA
Desejo adquirir o Nº 16 da Revista Investigação e Debate – Serviço Social, pelo preço de 10 euros, portes de envio incluído:
Ficha
Nome:_________________________________________________________________Morada:_______________________________________________________________
Endereço do Serviço:
Contactos: Tel:____________ Email:____________Pág. Web:__________________
Forma de pagamento:
Envio Cheque à AIDSS Nº________________
Vale Postal
Pago ao Portador
terça-feira, setembro 25, 2007
Isto Inclui-me

Projecto Isto Inclui-me: da Participação à Inclusão
O Projecto/ Origem:
A parceria do Projecto Isto Inclui-me: da Participação à Inclusão foi criada por iniciativa dos membros do Secretariado Executivo do Fórum Não Governamental de Acção para a Inclusão (FNGIS) (http://foruminclusao.no.sapo.pt/)
O Projecto/ Origem:
A parceria do Projecto Isto Inclui-me: da Participação à Inclusão foi criada por iniciativa dos membros do Secretariado Executivo do Fórum Não Governamental de Acção para a Inclusão (FNGIS) (http://foruminclusao.no.sapo.pt/)
O FNGIS surgiu na sequência de um apelo formulado pela Coordenação do Plano Nacional de Acção para a Inclusão (PNAI) a um conjunto de ONG’s no sentido de estas se organizarem e se constituírem como plataforma de interlocução ao nível do PNAI, concretizando, assim, em parte, o 4º Objectivo Comum do Processo Europeu de Inclusão Social - “Mobilizar o conjunto dos Intervenientes”. O FNGIS é presentemente constituído por 58 entidades (membros efectivos e observadores).
A iniciativa de criar o projecto Isto Inclui-me: da Participação à Inclusão corresponde à missão essencial do FNGIS: surge numa perspectiva de promover os mecanismos da participação cívica, não só das organizações, mas também dos/as cidadãos/cidadãs em geral, com especial ênfase nas próprias pessoas que vivem situação de pobreza e de exclusão social. Aos membros do Secretariado Executivo do FNGIS - Animar , APAV, CVP, FENACERCI e REAPN, veio a juntar-se o Instituto da Segurança Social – IP, pela mais-valia das suas competências no reforço técnico da equipa, como também pela importância da participação daquele que é o organismo público responsável pela coordenação das principais políticas de combate à pobreza e à exclusão social em Portugal. A candidatura foi apresentada em Junho de 2006 a financiamento no quadro da medida National Awareness Raising Actions on Social Inclusion and Social Protection, do Programa Comunitário de Acção para a Prevenção e Combate à Pobreza e Exclusão Social, tendo sido aprovada em Novembro de 2006. O projecto teve início efectivo em Dezembro de 2006, tendo a duração de um ano.
http://www.istoincluime.org/quem_somos.htm
http://www.istoincluime.org/quem_somos.htm
Particpação da AIDSS na Assembleia Geral do FNGIS

A AIDSS como membro observador esteve presente na assembleia geral do Fórum Não Governamental Para a Inclusão no passado dia 20 pelas 14h30. Onde entre outras questões foram abordados o Programa de Trabalho 2007- Revisto e Actualizado e Questões sobre o PNAI, documento "Razões de um PNAI Adiado". Foi efectuado ainda um apelo à participação das instituições envolvidas.
De manhã foi apresentado o Projecto "Isto inclui-me: da participação à Inclusão", divulgado em próximo post.
Outros desenvolvimentos daremos conheciemnto no Blog.
quarta-feira, setembro 19, 2007
Horário de Atendimento
HORÁRIO DE ATENDIMENTO DIÁRIO
A PARTIR DE 24/09/07 a AIDSS terá uma colaborador que fará atendimento no seguinte Horário:
De segunda a quinta feira: Das 14 às 18h
O Telefax é o mesmo: 22 509 32 89
Morada a mesma: Rua Antero de Quental Nº 241 Sala 6 4050 Porto
terça-feira, agosto 28, 2007
CURSO: Infância/Juventude e Justiça - Contributos
Organizador/ Formador: Juiz Maia Neto
Temática: O presente curso pretende abordar a intervenção da Justiça na área da Infância e Juventude e lançar a reflexão sobre novas propostas de actuação nesta matéria. O Curso é organizado pelo Juiz Maia Neto, que também será o formador inicial, e terá outros convidados entre os quais a Dra. Elisabete Pinto da Costa.
Conteúdos:
Grandes Áreas: Infância e Juventude – Protecção/Educação e Mediação
Temática: - Protecção: Escola, Saúde, Educação Parental, Avaliação
- Intervenção Judicial: CPCCJ’s/Tribunal/Segurança Social/PTE
- Mediação: Julgados de Paz, Mediação Comunitária, Escolar; Familiar.
DATAS: Outubro/Novembro
12/13- 19/20-26/27-2/3
HORÁRIO: 17,45 às 20,45
PREÇOS: Sócios: 50€
Estudantes: 55€
Profissionais: 65€
CONDIÇÕES DE INSCRIÇÃO:
1 – Ser possuidor de uma licenciatura na área das Ciências Sociais e Humanas ou estudante num desses cursos;
2 – Só se pode considerar a inscrição como definitiva após os pagamentos de 50% do seu valor. A inscrição deve ser efectuada á A.I.D.S.S., no horário de funcionamento divulgado, acompanhada da respectiva ficha de inscrição dos cursos, até 7 dias da data prevista da realização do curso.
3 – O pagamento da inscrição poder á ser em numerário, cheque ou vale postal, endossado à A.I.D.S.S.. Na situação do pagamento ser efectuado pela instituição e este não for efectuado atempadamente, a A.I.D.S.S. considera ser da responsabilidade do formando o pagamento da formação. Na situação de um formando desejar anular a sua inscrição, este deverá fazê-lo no prazo de 48 horas antes do inicio do curso. Neste caso, A A.I.D.S.S. só reembolsará 20% do montante pago.
Após este prazo, o cancelamento não dará direito ao reembolso do montante pago. Se após a confirmação do curso o formando não comparecer, A A.I.D.S.S. procederá À facturação de 100% do valor da inscrição.
4 – A A.I.D.S.S. procederá à confirmação do curso até 48 horas antes do seu início. Quando por motivos imprevistos, houver anulação do curso, a importância paga será reembolsada aos inscritos, ou aplicar-se-á em outra inscrição, caso seja essa a vontade do formando.
5 – O curso pressupõe a frequência de 75% do nº de horas.
6 – Será atribuído um certificado, condicionado à assiduidade supra-referida.
PROTECÇÃO DE DADOS PESSOAIS
Concordo que a AIDSS utilize os meus dados pessoais, para efectuar divulgações de todas as actividades levadas a cabo pela AIDSS, ou em que ela se encontrar na situação de parceiro e também na possibilidade de divulgação dos mesmos para o sistema de Acreditação da INOFOR.
Caso não deseje facultar os seus dados pessoais para efectuar futuras divulgações de todas as actividades da AIDSS e seus serviços, assinale com uma cruz.
……………………………………………………………………………………………
Ficha de Inscrição
Nome:
Morada:
Código Postal:
Telefone/Telemóvel:
E-mail:
Valor do Pagamento:
Recibo em nome:
Organizador/ Formador: Juiz Maia Neto
Temática: O presente curso pretende abordar a intervenção da Justiça na área da Infância e Juventude e lançar a reflexão sobre novas propostas de actuação nesta matéria. O Curso é organizado pelo Juiz Maia Neto, que também será o formador inicial, e terá outros convidados entre os quais a Dra. Elisabete Pinto da Costa.
Conteúdos:
Grandes Áreas: Infância e Juventude – Protecção/Educação e Mediação
Temática: - Protecção: Escola, Saúde, Educação Parental, Avaliação
- Intervenção Judicial: CPCCJ’s/Tribunal/Segurança Social/PTE
- Mediação: Julgados de Paz, Mediação Comunitária, Escolar; Familiar.
DATAS: Outubro/Novembro
12/13- 19/20-26/27-2/3
HORÁRIO: 17,45 às 20,45
PREÇOS: Sócios: 50€
Estudantes: 55€
Profissionais: 65€
CONDIÇÕES DE INSCRIÇÃO:
1 – Ser possuidor de uma licenciatura na área das Ciências Sociais e Humanas ou estudante num desses cursos;
2 – Só se pode considerar a inscrição como definitiva após os pagamentos de 50% do seu valor. A inscrição deve ser efectuada á A.I.D.S.S., no horário de funcionamento divulgado, acompanhada da respectiva ficha de inscrição dos cursos, até 7 dias da data prevista da realização do curso.
3 – O pagamento da inscrição poder á ser em numerário, cheque ou vale postal, endossado à A.I.D.S.S.. Na situação do pagamento ser efectuado pela instituição e este não for efectuado atempadamente, a A.I.D.S.S. considera ser da responsabilidade do formando o pagamento da formação. Na situação de um formando desejar anular a sua inscrição, este deverá fazê-lo no prazo de 48 horas antes do inicio do curso. Neste caso, A A.I.D.S.S. só reembolsará 20% do montante pago.
Após este prazo, o cancelamento não dará direito ao reembolso do montante pago. Se após a confirmação do curso o formando não comparecer, A A.I.D.S.S. procederá À facturação de 100% do valor da inscrição.
4 – A A.I.D.S.S. procederá à confirmação do curso até 48 horas antes do seu início. Quando por motivos imprevistos, houver anulação do curso, a importância paga será reembolsada aos inscritos, ou aplicar-se-á em outra inscrição, caso seja essa a vontade do formando.
5 – O curso pressupõe a frequência de 75% do nº de horas.
6 – Será atribuído um certificado, condicionado à assiduidade supra-referida.
PROTECÇÃO DE DADOS PESSOAIS
Concordo que a AIDSS utilize os meus dados pessoais, para efectuar divulgações de todas as actividades levadas a cabo pela AIDSS, ou em que ela se encontrar na situação de parceiro e também na possibilidade de divulgação dos mesmos para o sistema de Acreditação da INOFOR.
Caso não deseje facultar os seus dados pessoais para efectuar futuras divulgações de todas as actividades da AIDSS e seus serviços, assinale com uma cruz.
……………………………………………………………………………………………
Ficha de Inscrição
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Morada:
Código Postal:
Telefone/Telemóvel:
E-mail:
Valor do Pagamento:
Recibo em nome:
domingo, agosto 19, 2007
DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA AIDSS
Introdução
Existe, hoje, a convicção clara que atravessámos um período de crise antropológica global: crise do conhecimento, espelhada numa crise social, disseminada pelos indivíduos enquanto sujeitos e ou actores sociais.
A autonomia das forças económicas (do mercado) limitou a acção do estado moderno, dinamitando-o enquanto força reguladora garantistica e securizante, porque o pôs em causa enquanto estado de direito democrático, nas suas instituições mediadoras entre o interesse colectivo individual em simultâneo pondo em crise o estado previdência e de bem estar social.
Concomitantemente, com o fim das grandes representações colectivas, ou ditas metanarrativada modernidade, como por exemplo marxismo, liberalismo, social-democracia, o socialismo utópico, etc., e também com as mutações ao nível do conhecimento cientifico numa passagem que se adivinha das estruturas disciplinares ou híbridas para uma estrutura aberta e transdisciplinar.
Por ultimo, tudo isto resulta num desacreditar das estruturas e movimentos representativos do social, nomeadamente os partidos políticos e os sindicatos, deixando os sujeitos cada vez mais os buscadores das respostas ás escolhas entre o mercado (global) e o fundamentalismo comunitário(ideológico ou religioso) um sujeito em busca de ser um actor de direitos
Neste contexto, a A.I.D.S.S. pensa ser chegado o momento de expor algumas linhas fundamentais relativamente ao posicionamento do serviço Social na sociedade e da A.I.D.S.S. perante ambos:
I – Quanto ao Serviço Social
1. «Back to the Basics», ou seja, num período de mudança conturbada onde aparentemente nos aparecem difusos os fundamentos, as noções e a acção valorativa, quer individual, quer duma profissão e disciplina científica, é necessário recuperar a sua história do que unitário. Pela sucessão de figuras atitudes, vínculos culturais que assumem um fio condutor em progresso e permitem aceder á essência do serviço social:
a) – O sentido histórico é o processo de ajuda ao outro, em transformação, que o Serviço Social assumiu como interesse profissional para com os seres humanos, o seu desenvolvimento pleno e apresenta características universais apesar das especifícidades locais;
b) O caracter valorativo é o sentido de serviço ao outro como ser humano, pela sua dignidade como pessoa humana.
2- Este retorno ao básico deve servir como estimulo e força para a reformulação paradigmática, e por um novo sentido da práxis:
a) – O Serviço Social deve inserir-se no quadro de debate epistemológico sobre o conhecimento, particularmente sobre o conhecimento cientifico, nomeadamente nos novos contextos transdisciplinares de partilha, de teorias de métodos e técnicas entre as clássicas distinções do natural e do social, ao mesmo tempo que deve desenvolver uma nova retórica de desdogmatização, síntese, abertura conjugada com o rigor.
b) Deve redefinir a sua práxis em função de dois eixos de intervenção:
ü Requalificação humana e social. É necessário requalificar o(s) sujeito(s) enquanto indivíduos, grupos comunidades colectividades e instituições, pela reconstrução dos sentidos de pertença e de essência, pela restauração da sua dignidade. Religá-los ao mundo das transferências e transformações global e fragmentado, é a grande tarefa, o grande desfio posto aos profissionais do Serviço Social.
ü Intervenção Edificante. Para oferecer sentido, requalificar e dignificar os contextos vivências individuais e colectivas, devemos indexar ás características cientifico-técnicas da acção, característica valorativas, culturais e simbólicas das humanidades; aportando para a práxis tudo o que possa trazer sentido a vivência destes sujeitos, mais da vezes novos excluídos e não actores, nomeadamente, através da junção entre metodologias tradicionais e novas metodologias, provenientes de sínteses como exemplo, arte e terapia, ciência e filosofia, tradições e saberes da modernidade, sem aprioris hierarquias e preconceitos.
3- Reforçar os mecanismos de ligações entre entidades formativas (académicas), entidades de promoção cientifica e cultural, de defesa profissional e sindical e ainda coma as instituições públicas e privadas onde se concentra a prática do Assistente Social, deforma a instituir-se mecanismos de avaliação das formações, das necessidades dos contextos reais da intervenção, da medição dos resultados qualitativos e
quantitativos da intervenção institucional e da planificação e aplicação das políticas sociais.
Formar um observatório que permita: mapear o Serviço Social em números concretos relativamente á acção, á investigação e á formação e ás características qualificantes dos mesmos.
Permitir a mudança harmonizada das intervenções, introdução de «curricula» mínimos na formação e não confusão de papeis entre as diversas entidades.
Resultando num melhor intervenção na sociedade portuguesa pelo Serviço Social enquanto actividade cientifico e cultural valorativa que permite um desenvolvimento mais harmonioso dos contextos relacionais e sociais
II – Quanto á A.I.D.S.S.
Após 10 anos de existência, onde a A.I.D.S.S. diversificou as suas actividades no seio do Serviço Social e da sociedade portuguesa, constituindo-se nos planos do debate, da formação e editorial como instância de renovação de concepções em vigor sente a necessidade de reentrar-se em três sectores essenciais:
1) Promoção e desenvolvimento do debate cientifico no seu seio.
2) Promoção e desenvolvimento das competências e cultura profissionais do Assistente Social
3) Desenvolvimento de um forte sector editorial no campo do Serviço Social em especifico e do trabalho social em termos globais.
Tal recentramento resulta da necessidade de acompanhar a evolução da dinâmica social com a consciência de que não há, nem é tempo de respostas definitivas.
É tempo, sim, de compilar todo o trabalho desenvolvido, experiência adquirida e reflexão efectuada de molde a possibilitar a projecção futura do Serviço Social em função dos novos paradigmas sociais, culturais e científicos que se encontram em fase embrionária.
Há um novo mundo que desponta e é nossa intenção contribuir para que o Serviço Social se prepare para ele.
Existe, hoje, a convicção clara que atravessámos um período de crise antropológica global: crise do conhecimento, espelhada numa crise social, disseminada pelos indivíduos enquanto sujeitos e ou actores sociais.
A autonomia das forças económicas (do mercado) limitou a acção do estado moderno, dinamitando-o enquanto força reguladora garantistica e securizante, porque o pôs em causa enquanto estado de direito democrático, nas suas instituições mediadoras entre o interesse colectivo individual em simultâneo pondo em crise o estado previdência e de bem estar social.
Concomitantemente, com o fim das grandes representações colectivas, ou ditas metanarrativada modernidade, como por exemplo marxismo, liberalismo, social-democracia, o socialismo utópico, etc., e também com as mutações ao nível do conhecimento cientifico numa passagem que se adivinha das estruturas disciplinares ou híbridas para uma estrutura aberta e transdisciplinar.
Por ultimo, tudo isto resulta num desacreditar das estruturas e movimentos representativos do social, nomeadamente os partidos políticos e os sindicatos, deixando os sujeitos cada vez mais os buscadores das respostas ás escolhas entre o mercado (global) e o fundamentalismo comunitário(ideológico ou religioso) um sujeito em busca de ser um actor de direitos
Neste contexto, a A.I.D.S.S. pensa ser chegado o momento de expor algumas linhas fundamentais relativamente ao posicionamento do serviço Social na sociedade e da A.I.D.S.S. perante ambos:
I – Quanto ao Serviço Social
1. «Back to the Basics», ou seja, num período de mudança conturbada onde aparentemente nos aparecem difusos os fundamentos, as noções e a acção valorativa, quer individual, quer duma profissão e disciplina científica, é necessário recuperar a sua história do que unitário. Pela sucessão de figuras atitudes, vínculos culturais que assumem um fio condutor em progresso e permitem aceder á essência do serviço social:
a) – O sentido histórico é o processo de ajuda ao outro, em transformação, que o Serviço Social assumiu como interesse profissional para com os seres humanos, o seu desenvolvimento pleno e apresenta características universais apesar das especifícidades locais;
b) O caracter valorativo é o sentido de serviço ao outro como ser humano, pela sua dignidade como pessoa humana.
2- Este retorno ao básico deve servir como estimulo e força para a reformulação paradigmática, e por um novo sentido da práxis:
a) – O Serviço Social deve inserir-se no quadro de debate epistemológico sobre o conhecimento, particularmente sobre o conhecimento cientifico, nomeadamente nos novos contextos transdisciplinares de partilha, de teorias de métodos e técnicas entre as clássicas distinções do natural e do social, ao mesmo tempo que deve desenvolver uma nova retórica de desdogmatização, síntese, abertura conjugada com o rigor.
b) Deve redefinir a sua práxis em função de dois eixos de intervenção:
ü Requalificação humana e social. É necessário requalificar o(s) sujeito(s) enquanto indivíduos, grupos comunidades colectividades e instituições, pela reconstrução dos sentidos de pertença e de essência, pela restauração da sua dignidade. Religá-los ao mundo das transferências e transformações global e fragmentado, é a grande tarefa, o grande desfio posto aos profissionais do Serviço Social.
ü Intervenção Edificante. Para oferecer sentido, requalificar e dignificar os contextos vivências individuais e colectivas, devemos indexar ás características cientifico-técnicas da acção, característica valorativas, culturais e simbólicas das humanidades; aportando para a práxis tudo o que possa trazer sentido a vivência destes sujeitos, mais da vezes novos excluídos e não actores, nomeadamente, através da junção entre metodologias tradicionais e novas metodologias, provenientes de sínteses como exemplo, arte e terapia, ciência e filosofia, tradições e saberes da modernidade, sem aprioris hierarquias e preconceitos.
3- Reforçar os mecanismos de ligações entre entidades formativas (académicas), entidades de promoção cientifica e cultural, de defesa profissional e sindical e ainda coma as instituições públicas e privadas onde se concentra a prática do Assistente Social, deforma a instituir-se mecanismos de avaliação das formações, das necessidades dos contextos reais da intervenção, da medição dos resultados qualitativos e
quantitativos da intervenção institucional e da planificação e aplicação das políticas sociais.
Formar um observatório que permita: mapear o Serviço Social em números concretos relativamente á acção, á investigação e á formação e ás características qualificantes dos mesmos.
Permitir a mudança harmonizada das intervenções, introdução de «curricula» mínimos na formação e não confusão de papeis entre as diversas entidades.
Resultando num melhor intervenção na sociedade portuguesa pelo Serviço Social enquanto actividade cientifico e cultural valorativa que permite um desenvolvimento mais harmonioso dos contextos relacionais e sociais
II – Quanto á A.I.D.S.S.
Após 10 anos de existência, onde a A.I.D.S.S. diversificou as suas actividades no seio do Serviço Social e da sociedade portuguesa, constituindo-se nos planos do debate, da formação e editorial como instância de renovação de concepções em vigor sente a necessidade de reentrar-se em três sectores essenciais:
1) Promoção e desenvolvimento do debate cientifico no seu seio.
2) Promoção e desenvolvimento das competências e cultura profissionais do Assistente Social
3) Desenvolvimento de um forte sector editorial no campo do Serviço Social em especifico e do trabalho social em termos globais.
Tal recentramento resulta da necessidade de acompanhar a evolução da dinâmica social com a consciência de que não há, nem é tempo de respostas definitivas.
É tempo, sim, de compilar todo o trabalho desenvolvido, experiência adquirida e reflexão efectuada de molde a possibilitar a projecção futura do Serviço Social em função dos novos paradigmas sociais, culturais e científicos que se encontram em fase embrionária.
Há um novo mundo que desponta e é nossa intenção contribuir para que o Serviço Social se prepare para ele.
segunda-feira, julho 23, 2007
MENSAGEM DO PRESIDENTE DA DIRECÇÃO
Após um período de adaptação e integração, dirijo-me aos sócios e a todos aqueles que seguem a actividade da A.I.D.S.S. no sentido de os saudar e partilhar convosco as prioridades desta Direcção para este mandato que terminará em 2010.
Esta lista que se tornou nos actuais corpos sociais da A.I.D.S.S., formou-se no principio do respeito pelo passado e valores que nortearam desde sempre o seu percurso. Os novos projectos que esta Direcção pretende lançar, e que em devido tempo daremos a conhecer a todos, apesar da sua novidade não deixaram de honrar este compromisso. Estes projectos serão, isso sim, consequência do crescente interesse que a A.I.D.S.S. têm motivado quer junto dos Assistentes Sociais, em particular, e de profissionais das Ciências Sociais em geral, e do aumento verificado na participação nas actividades da Associação. Daí que a Direcção vá trabalhar no sentido de corresponder a esta adesão, não só aumentando o número de iniciativas, mas também estruturando e reorganizando-as de molde a aumentar a qualidade das mesmas.
Mas a A.I.D.S.S. não é só os serviços que presta. È também um espaço de reflexão e de debate e, nesta função, alertámos para a realização das III Jornadas de Serviço Social que se irão realizar no próximo mês de Novembro. Considerámos que o Serviço Social vive um momento delicado e decisivo para o seu futuro e que é necessário promover um momento de reflexão e debate sobre os desafios que se colocam á profissão.
A profissão depende essencialmente do reconhecimento da sua função social e da sua inserção no contexto das Ciências Sociais e é neste campo que a A.I.D.S.S. se quer situar: na divulgação das suas competências e das capacidades, na sua inserção no mundo de trabalho, na valorização da sua actividade junto da população, na integração no grande debate que está em curso nas Ciências Sociais.
Considerámos que é necessário abrir-nos ao mundo e estar em diálogo com ele. Só desta forma poderemos esperar o reconhecimento do papel do Assistente Social e do Serviço Social que legitimamente tem direito.
Neste esforço, contámos com todos, pois, não esperámos um pensamento único para profissão, mas um esforço único no sentido da sua promoção, promoção que terá em consideração a das diferentes experiências e perspectivas quer da actividade profissional, quer do seu enquadramento teórico. Um primeiro passo já foi dado com a realização do Dia Mundial em espírito de união. Agora é preciso que este mesmo espírito se repita noutros dias e noutras iniciativas. Todos diferentes, mas todos iguais pela valorização do Serviço Social.
Contem connosco.
O Presidente da Direcção
José Álvaro Santos
Esta lista que se tornou nos actuais corpos sociais da A.I.D.S.S., formou-se no principio do respeito pelo passado e valores que nortearam desde sempre o seu percurso. Os novos projectos que esta Direcção pretende lançar, e que em devido tempo daremos a conhecer a todos, apesar da sua novidade não deixaram de honrar este compromisso. Estes projectos serão, isso sim, consequência do crescente interesse que a A.I.D.S.S. têm motivado quer junto dos Assistentes Sociais, em particular, e de profissionais das Ciências Sociais em geral, e do aumento verificado na participação nas actividades da Associação. Daí que a Direcção vá trabalhar no sentido de corresponder a esta adesão, não só aumentando o número de iniciativas, mas também estruturando e reorganizando-as de molde a aumentar a qualidade das mesmas.
Mas a A.I.D.S.S. não é só os serviços que presta. È também um espaço de reflexão e de debate e, nesta função, alertámos para a realização das III Jornadas de Serviço Social que se irão realizar no próximo mês de Novembro. Considerámos que o Serviço Social vive um momento delicado e decisivo para o seu futuro e que é necessário promover um momento de reflexão e debate sobre os desafios que se colocam á profissão.
A profissão depende essencialmente do reconhecimento da sua função social e da sua inserção no contexto das Ciências Sociais e é neste campo que a A.I.D.S.S. se quer situar: na divulgação das suas competências e das capacidades, na sua inserção no mundo de trabalho, na valorização da sua actividade junto da população, na integração no grande debate que está em curso nas Ciências Sociais.
Considerámos que é necessário abrir-nos ao mundo e estar em diálogo com ele. Só desta forma poderemos esperar o reconhecimento do papel do Assistente Social e do Serviço Social que legitimamente tem direito.
Neste esforço, contámos com todos, pois, não esperámos um pensamento único para profissão, mas um esforço único no sentido da sua promoção, promoção que terá em consideração a das diferentes experiências e perspectivas quer da actividade profissional, quer do seu enquadramento teórico. Um primeiro passo já foi dado com a realização do Dia Mundial em espírito de união. Agora é preciso que este mesmo espírito se repita noutros dias e noutras iniciativas. Todos diferentes, mas todos iguais pela valorização do Serviço Social.
Contem connosco.
O Presidente da Direcção
José Álvaro Santos
Publicações AIDSS- 16/2007 17/2008 (solicita-se colaborações)

A Revista da AIDSS, com 15 anos de existência sairá em Outubro, tendo como tema central "Movimentos Sociais", integrando no seu seio no entanto outros temas e texto relevantes de produção própria, a VER.
(reserve a partir do Blog da AIDSS)
A revista nº 17 da AIDSS já está em preparação, aguardamos colaborações, como Director da mesma solicito a todos os interessados que nos enviem, para o mail, ou morada da AIDSS, os vossos textos, bem como resumo de teses de mestrado, enfim participem, este é um espaço simultâneamente plural e científico.A Colecção Ser Social da AIDSS, têm três livros em carteira, que contamos publicar em 2008, após a certarmos as parcerias em negociação, para as referidas edições.Portanto muitas novidades editoriais se avizinham e possibilidades de enriquecermos o universo do Serviço Social.
(reserve a partir do Blog da AIDSS)
A revista nº 17 da AIDSS já está em preparação, aguardamos colaborações, como Director da mesma solicito a todos os interessados que nos enviem, para o mail, ou morada da AIDSS, os vossos textos, bem como resumo de teses de mestrado, enfim participem, este é um espaço simultâneamente plural e científico.A Colecção Ser Social da AIDSS, têm três livros em carteira, que contamos publicar em 2008, após a certarmos as parcerias em negociação, para as referidas edições.Portanto muitas novidades editoriais se avizinham e possibilidades de enriquecermos o universo do Serviço Social.
quinta-feira, junho 14, 2007
CURSO: Teorias, Conceitos e Práticas da mediação e Gestão de Conflitos
CURSO: Teorias, Conceitos e Práticas da mediação e Gestão de Conflitos
Formadora: Dr.ª Elisabete Pinto da Costa
DATAS: a 3 a 6 de Julho Horário Pós laboral
Programa
Introdução
Iº Módulo – Teorias e Conceitos da mediação e Gestão de Conflitos
1. O Conflito e a Gestão dos Conflitos
1.1 Métodos de Gestão de Conflitos
1.2 A Mediação e seus objectivos
1.3 As funções e os papéis do Mediador
1.4 O Processo de Mediação
1.5 As Técnicas de Mediação
1.6 Aplicação da Mediação e Gestão de Conflitos em Contextos Comunitários e Interculturais
IIº Módulo – A Teoria na Prática
Fluxograma do Processo de Mediação
2.1 Estudos de Caso
2.2 Treino de Competências: Simulações/Role Play
2.3 Reflexões Finais
2.4 Conclusão
Formadora: Dr.ª Elisabete Pinto da Costa
DATAS: a 3 a 6 de Julho Horário Pós laboral
Programa
Introdução
Iº Módulo – Teorias e Conceitos da mediação e Gestão de Conflitos
1. O Conflito e a Gestão dos Conflitos
1.1 Métodos de Gestão de Conflitos
1.2 A Mediação e seus objectivos
1.3 As funções e os papéis do Mediador
1.4 O Processo de Mediação
1.5 As Técnicas de Mediação
1.6 Aplicação da Mediação e Gestão de Conflitos em Contextos Comunitários e Interculturais
IIº Módulo – A Teoria na Prática
Fluxograma do Processo de Mediação
2.1 Estudos de Caso
2.2 Treino de Competências: Simulações/Role Play
2.3 Reflexões Finais
2.4 Conclusão
CURSO: Teorias, Conceitos e Práticas da mediação e Gestão de Conflitos
CURSO: Teorias, Conceitos e Práticas da mediação e Gestão de Conflitos
Formadora: Dr.ª Elisabete Pinto da Costa
DATAS: a 3 a 6 de Julho Horário Pós laboral Inscrições até 29 de Junho
Programa
Introdução
Iº Módulo – Teorias e Conceitos da mediação e Gestão de Conflitos
1. O Conflito e a Gestão dos Conflitos
1.1 Métodos de Gestão de Conflitos
1.2 A Mediação e seus objectivos
1.3 As funções e os papéis do Mediador
1.4 O Processo de Mediação
1.5 As Técnicas de Mediação
1.6 Aplicação da Mediação e Gestão de Conflitos em Contextos Comunitários e Interculturais
IIº Módulo – A Teoria na Prática
Fluxograma do Processo de Mediação
2.1 Estudos de Caso
2.2 Treino de Competências: Simulações/Role Play
2.3 Reflexões Finais
2.4 Conclusão
Formadora: Dr.ª Elisabete Pinto da Costa
DATAS: a 3 a 6 de Julho Horário Pós laboral Inscrições até 29 de Junho
Programa
Introdução
Iº Módulo – Teorias e Conceitos da mediação e Gestão de Conflitos
1. O Conflito e a Gestão dos Conflitos
1.1 Métodos de Gestão de Conflitos
1.2 A Mediação e seus objectivos
1.3 As funções e os papéis do Mediador
1.4 O Processo de Mediação
1.5 As Técnicas de Mediação
1.6 Aplicação da Mediação e Gestão de Conflitos em Contextos Comunitários e Interculturais
IIº Módulo – A Teoria na Prática
Fluxograma do Processo de Mediação
2.1 Estudos de Caso
2.2 Treino de Competências: Simulações/Role Play
2.3 Reflexões Finais
2.4 Conclusão
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